terça-feira, 25 de maio de 2010

Atividades promovem intereação entre alunos

Um evento multidisciplinar marcou a semana de comunicação da Faculdade Anhanguera, que disponibilizou diversas atividades aos alunos de Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas.



Ysday Custódio

Evento agita alunos da Faculdade JK/Anhanguera

Semana da comunicação promove agitação entre os alunos dos cursos de Jornalismo, Publicidade Propaganda e Relações Públicas,que puderam ficar por dentro da diversidade do mercado de trabalho.



Izabel Pereira

domingo, 16 de maio de 2010

Brasília cada vez mais suja



Carroceiro despejando entulho na Qr 312 de Samambaia Sul.

Ysday Custódio

Roubos a postos



Posto Melhor, localizado na Qn 320, em Samambaia Sul, é assaltado em média 20 vezes por mës.

Izabel Pereira

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Direção do HFA manda cortar despesas com refeição dos servidores

A direção do Hospital das Forças Armadas resolveu baixar a variedade de produtos disponíveis nas refeições oferecidas aos servidores estatutários e celetistas do órgão.
Do almoço, foi retirada a semente de linhaça, que além de conter nutrientes básicos ao organismo, como carboidratos, proteínas, gorduras e fibras, também é rico em ômega 3, importante na prevenção de doenças do coração e no combate a osteoporose.
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Quer saber por quê?
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A justificativa é que a ordem é conter despesas.
A decisão da direção vai à contramão de uma das conquistas do funcionalismo público em 2010: o reajuste do auxílio alimentação, que passou a ser de R$ 304,00 em março deste ano para todos os servidores públicos federal quando não são oferecidas refeições no local.

Ysday Custódio

domingo, 2 de maio de 2010

Entrevista com Ivani Pereira



De família humilde, Ivani pereira de Souza, 28 anos,baiana de Morpará, desembarcou em Brasília no fimal de 2001, e na sua bagagem trouxe a garra e os ensinamentos dos seus pais de que a conquista vem de muito esforço e dedicação.

Você saiu de casa cedo com um objetivo: estudar e crescer e profissionalmente, quem foi seu principal incentivador?

A princípio a realidade em que vivia. Nasci em uma família humilde na zona rural do oeste baiano onde o nível profissional mais elevado era ser professor e para isso era necessário estudar fora dali.

Foi difícil a saída da casa de seus pais?

Difícil sim, mais nenhuma surpresa, eu nunca me conformei com aquela vida e desde sempre falava em sair dali porque queria uma vida diferente. Falava o tempo todo em morar numa cidade grande para estudar e trabalhar, sempre fui apaixonada por Brasília e meus pais já estavam acostumados com a idéia.

Em algum momento pelo fato de nunca ter afastado de seus pais, você sentiu-se insegura?

Sim, por várias vezes, principalmente em questões relacionadas à moradia, sou muito sistemática com relação a incomodar as pessoas, me privava de muitas coisas do cotidiano para deixar os outros à vontade. E até hoje fico insegura, basta uma gripe com tosse que tire meu sono. Meus pais são minha rocha.

Você veio do nordeste, como foi o momento da chegada e o que mais lhe chamou a atenção?

Nenhuma surpresa, tenho mania de criar grandes expectativas, minha preocupação era com as dificuldades, no entanto foram muito menores do que eu imaginava. Vi como maior obstáculo o custo de vida e logo percebi a solução: ser empresária ou servidora pública. Estes me despertaram atenção e dedicação.

Formada pela FACSENAC em Gestão Comercial, sua experiência pessoal foi essencial na escolha do curso ou você teve indicações de amigos?

Meu primeiro emprego foi no comercio, num restaurante na Asa Norte. Lá, percebi o quanto era rentável o ramo empresarial. Situado em área comercial dava para visualizar todas as movimentações dos comércios vizinhos e concluir que, o que fazia a diferença era o bom gerenciamento , e isso me despertou interesse nesta formação.

Em algum momento viveu em conflitos por causa da situação financeira? Você pode citar alguma?

Quase sempre, além do típico custo de vida que é muito elevado aqui em Brasília, tive muita dificuldade para estudar, os materiais de estudo são muito caros e os cursos tinham preços fora da minha realidade de principiante. Sem contar o meio social onde boas condições financeiras significam status. Isto me incomodava muito.

Alguma vez você esbarrou no seu limite e recuou?

Nunca. Apesar de querer sempre mais, achar que posso mais e mereço mais. Sempre fui cautelosa, sou muito de planejar. Gosto de mensurar todos os meus atos, peso todos os prós e contras antes de qualquer decisão e nunca cheguei ao meu limite. Esta é minha grande curiosidade, saber até onde ele vai.
O que o curso superior significa para você?

Quase tudo, ele projetou para o mundo novo, onde conheci pessoas e pessoas interessantes. Aprendi não somente assuntos relacionados á profissão. Ele me fez interessar e acompanhar tecnologia, entender a natureza e compreender o ser humano. Em fim meus horizontes não têm limites, vejo oportunidades em tudo.

Além do curso superior, você agora é concursada. Com isso você acha que já atingiu seu principal objetivo?

Ainda não. Eu penso muito grande e no meu planejamento o curso superior e o serviço público são alicerces para maiores conquistas. Lógico que eles eram importantes objetivos, mas continuo pensando em usá-los como caminhos para maiores conquistas. E está dando certo.

Izabel Pereira

sábado, 1 de maio de 2010

Como é ser concursado?



Quando se fala em vida de funcionário público, sempre pensamos em dinheiro e estabilidade. Mas será que isto é essencial?
Ao entrevistar o coordenador da gerência de administração de materiais da CEB, Flamarion de Oliveira Cipriano, podemos ter uma noção mais afundo desta vida.

Qual a função que o senhor exerce na CEB e quanto tempo tem de serviço?
Bem, eu fiz o concurso para Eletrotécnico, há 12 anos, mas hoje, subi de cargo e estou na gerência de administração de materias.

Foi difícil passar no concurso?
O concurso para a área de eletrotécnica foi complicadíssimo mas por ser uma área específica a concorrência foi pouca. Não é muita gente que tem este curso técnico. Aí depois, com muito esforço, fui nomeado a coordenador.

O que de melhor a CEB oferece aos seus funcionários?
Plano de saúde e como todo serviço público, a estabilidade

E qual a parte ruim do seu serviço?
Sem dúvida, a falta de interesse dos outros profissionais da área e a natureza política que a CEB tem, não atendendo ao real interesse da população.

Tem um objetivo a seguir no serviço?
Por motivos pessoas não concordaria em ser chefe ou coisa do tipo, acho muita responsabilidade. Para tanto, a pessoa já tem que nascer para isso.

Então, no geral, a CEB é um bom órgão para se trabalhar?
Sim, sem dúvida, não tenho muito do que reclamar! Consigo sustentar minha família e dar uma vida boa a eles, então essa parte eu levo muito em consideração.

Tem nível superior na área?
Fiz engenharia Mecatrônica, mas com o objetivo de ampliar meus conhecimentos na área.

Como foi conciliar a faculdade, o serviço e a família?
Difícil, foram 5 anos quase desligado da família por causa da correria, contudo, consegui verncer.

Qual a mensagem que você deixa para os jovens que querem chegar à essa posição?
Se esforçar bastante, sem olhar para quem faz errado, mas procurando dar o melhor de si.


Ysday Custódio